25 março 2014

Capotei.

Estou em casa há três quinze dias com a minha criança doente e óh-valha-me-Deus-com-as-adenóides- e-ites-e-coisas-variadas-e-por-aí-afora. Hoje saí de casa para ir às urgências com a Cria, o que foi um capotamento mental logo de manhã, que eu desatino muito com as urgências pediátricas cá do Burgo, valha-me Nossa Senhora da Assunção, santa padroeira de algo, mas que só me lembro do nome porque era a das festas da terrinha da minha Avó, por onde me arrastava em Agosto quando era eu criança, mas lá tive de me arrastar com a Cria à cinta para as ditas, que as melhoras estavam a demorar. Adiante. Medicada e a respirar bem de novo, fez-me uma sesta de duas horas e eu com sono, muito sono, a babar sono, mas a pensar ai-que-não-me-vou-deitar-que-ela-acorda-quando-estou-eu-quase-a-adormecer-e-depois-fico-com-um-tau-que-ninguém-m'atura e pronto, deu-se novo capotamento cerebral e fiz um bolo. Ou tentei. Saiu uma bela de uma grande merda. Eu não sei mesmo fazer dessas coisas, deve ser uma patologia qualquer que me assola o material genético. Maneiras que mais me valia ter ido dormir, que a coisa só veio comprovar que eu e a cozinha temos uma incompatibilidade gravíssima. 

3 comentários:

M.P. disse...

Hei-de ensinar-te a fazer um bolo se iogurte que sai sempre sempre sempre bem!

Magda E. disse...

epá, mas tu não tens a bimby maria? não dizem que com isso sai sempre tudo bom?

Magui disse...

Olha quando fico em casa com o F. doente faço sempre pudins instantâneos que enfardo ainda quentes... É dos nervos! Aposta nos instantâneos que não falha :D!