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24 abril 2014

Ela (ainda) não sabe… mas sonha.

Gosto da (R)revolução que os sonhos de muitos, os de alguns ou os de poucos (fazem) fizeram na vida de cada um, na de todos ou na de alguns. Os sonhos impensáveis, os impraticáveis e os impossíveis, os que fazem mover o Mundo, na sua cadência, a seu tempo. Sonhos, de maior ou menor dimensão, todos eles grandiosos. Quero que a minha Filha saiba disso: que não importa se os seus sonhos forem tão fúteis ou de tão necessária e extrema urgência para a sobrevivência da humanidade. São sonhos. Podem não revolucionar o Mundo de todos, talvez só o de alguns, mas de certeza, o Mundo dela. Que saiba sempre alimentar esse bichinho álacre e sedento, de focinho pontiagudo, que fossa através de tudo num perpétuo movimento.

04 fevereiro 2014

Sou velha de músicas...

Em casa da Tribo na minha meninice (eh pá, não foi assim há tantos anos, ok?), dia de Festival da Canção era dia de parar para ver. Em boa verdade, devia ser dos poucos eventos (está na moda a palavra evento. Há eventos para tudo, deu ma'libre) em que a minha Mãe se sentava no sofá a ver alguma coisa.  Cresci com algumas dessas músicas, das do Festival da Canção. Mais as dos tempos dos meus Pais do que propriamente as do tempo da Dina e trincas metidas em cestas de piqueninques. Depois, o Festival da Canção passou a ser qualquer coisa que já não passava lá em casa. Ficaram as velhas músicas. Agora re-inventadas. Tão antigas, tão de hoje. 
(…)
Na minha vida fui sempre um outro qualquer 
Era tão fácil, bastava apenas escolher 
Escolher-me a mim, pensei que isso era vaidade 
Mas já passou, não sou melhor mas sou verdade 
Não ando cá para sofrer mas para viver 
E o meu futuro há-de ser o que eu quiser 
()

29 janeiro 2014

O melhor do meu dia.

Confesso que hoje não foi fácil encontrar o melhor do meu dia. Não é a primeira, nem será a última vez que a Francisca está doente. Mas custa. Cansa. Aperta o coração. Tanto vómito, tanto ranho, tanta febre, tanta impotência, tanto nada e vai tudo na vassoura. Hoje o melhor do meu dia, foi mesmo ouvir esta música. 
() 
Believe me when I say  
It's not about your scars 
 It's all about your heart
(…) 

17 janeiro 2014

Quero a minha Mãe.

Quero a minha Mãe. No sentido figurativo. Quero a minha Mãe, como dizem as crianças. Quem tem uma Mãe tem tudo. Quero a minha Mãe, no sentido lato. Quero o colo da minha Mãe. Quero o mimo da minha Mãe. Quero ser mimada como mimo a Francisca. Quero que a minha Mãe me diga que não vem ninguém a meio da noite. Que não há Lobo Mau que me roube o sono e me entre descanso adentro com pesadelos. Como eu digo à Francisca. Que o Lobo não vem, porque a Mãe dá porrada no lobo. Porque a Mãe te protege, Francisca, dorme tranquila, que a única coisa que a Mãe deixa entrar são os sonhos. Sim, para ti e para o teu boneco João. E para o Bambi made in IKEA. Quero a minha Mãe. No sentido mais simples da coisa. Quero a minha Mãe. Quero a comida da minha Mãe. Quero as descomposturas da minha Mãe. Quero a frieza pragmática da minha Mãe. A frieza pragmática que me magoa muitas vezes mas que outras tantas tenho de lhe reconhecer um certo ponto de vista, não a ela, mas a mim. Quero enrolar-me em posição fetal e ficar aconchegada, como fica um feto no ventre materno. Protegido. Quente. Quero a minha Mãe. Que me afague o cabelo e me diga para ter juízo, que sou capaz de devorar a vida, se assim eu entender. Ou que me diga para dormir, que o meu mal é sono. Ou para comer, come rapariga, pareces um cabide pendurado pelo cabelo. Pese o que pese agora ou com mais 20 kg no pelo, come rapariga, alimenta-te. Quero a minha Mãe. Não sei em que sentido. Quero ser Filha mesmo já sendo Mãe. Como as crianças, quando caem e se magoam e berram com o ranho que a Mãe limpará, com as costas de uma mão para com a outra lhes secar as lágrimas. Quero a minha Mãe.  Quero o cheiro do perfume demasiado doce que a minha usa e me dá tonturas. Quero a minha Mãe. Num sentido qualquer. 


Para os braços da minha mãe 

06 janeiro 2014

Vou fazer 30 anos este mês #2.


E estou a pensar se serei uma "Wallflower". Se fui uma. Se sou uma. 

Vou fazer 30 anos este mês.


I had a dream
That I could fly from the highest swing.
I had a dream.
Long walks in the dark through woods grown behind the park, I asked God who I'm supposed to be.
The stars smiled down on me, God answered in silent reverie. I said a prayer and fell asleep.
I had a dream
That I could fly from the highest tree.
I had a dream.
Now I'm old and feeling grey. I don't know what's left to say about this life I'm willing to leave.
I lived it full and I lived it well, there's many tales I've lived to tell. I'm ready now, I'm ready now, I'm ready now to fly from the highest wing.
I had a dream

E não faço a mais pequena ideia do que penso ou sinto sobre isso.  

13 dezembro 2013

My only sunshine...

Esta noite tive um pesadelo. Ou um sonho estúpido, whatever, tanto faz. Sonhei com (um)a Francisca crescida, quase adulta, que questionava sobre a Mãe. Como era a Mãe? O que fazia a Mãe? Sou parecida com ela? Como era a voz dela, não me consigo recordar? Não me lembro do cheiro da Mãe... Acordei ainda era noite escura lá fora, meia atordoada. Francisca ressonava como gente grande no seu quarto de Menina (ainda) pequenina. Lembro-me de um dia ter lido ou ouvido algures que um recém-nascido nunca esquece a voz da Mãe. Não sei se é verdade ou não, mas também não importa no que eu acredito. Mas só por causa das coisas e de maneira a afastar ideias menos felizes da minha mente, Francisca hoje teve sessão matinal de discos pedidos. A Mãe cantou-lhe as pantominas todas que foram sendo pedidas. Com a minha voz tenebrosa mas que é a minha, a voz da Mãe dela. E porque eu não quero que Ela esqueça o quão mal a Mãe canta, cantei para afastar ideias menos felizes. E isso, fê-la rir e sorrir. E afastou todas as nuvens da minha cabeça, porque Ela é o Sunshine of my life, that's why I'll always be around... 
(claro que Francisca não pediu Stevie Wonder, foi assim mais coisas que metiam  comboios e giroflés giroflás, mas pronto... há-de chegar o dia em que talvez goste de saber   que a Mãe gostava desta música...)

11 dezembro 2013

Das "heranças" de outros Natais e chutos em calhaus...

Vinha eu no alto do meu salto (sim, tenho dores, mas já que as tenho de ter, prefiro tê-las de salto alto que de sabrina rasa), quando mandei um valente chuto num calhau do passeio. Apeteceu-me praguejar em voz alta mas, por estas bandas, as "virgulas" do Porto são motivo de boca aberta, por isso, esquece lá o praguejanço. Sem mais nem porquê, lembrei-me daquele filme que passa, ou passava, sei lá, não importa ao caso, todo o santo ano na televisão. Eu me confesso (açoitem-me) que o via e que cheguei a ter uma valente panca com o Capitão von Trapp, até descobrir que o senhor tinha idade para ser meu Avô (btw, o Christopher Plummer continua um senhor muito charmoso). Vá, não me lembrei do filme em si, lembrei-me de uma música (sim, açoitem-me com vontadinha, que eu vi tantas vezes o filme quando era miúda que anda hoje sei as letras de cor). Lembrei-me da my favourite things, numa versão da Jewel, de um álbum muito giro chamado "Once upon a lullaby", sendo que outras constantes do mesmo são lullabies d(n)a minha vida...
Raindrops on roses and whiskers on kittens
Bright copper kettles and warm woolen mittens
Brown paper packages tied up with strings
These are a few of my favorite things
Cream colored ponies and crisp apple streudels
Doorbells and sleigh bells and schnitzel with noodles
Wild geese that fly with the moon on their wings
These are a few of my favorite things
Girls in white dresses with blue satin sashes
Snowflakes that stay on my nose and eyelashes
Silver white winters that melt into springs
These are a few of my favorite things
When the dog bites
When the bee stings
When I'm feeling sad
I simply remember my favorite things
And then I don't feel so bad
E depois de me lembrar da música, pensei nas minhas coisas favoritas: o cheiro da minha Filha, o sorriso e o riso da minha Filha, as mãos pequeninas da minha Filha, a maneira chantagista como me chama de "Mamã, Mamã", gomas, lareiras crepitantes, vinho tinto, sangria, sapatos de salto alto novos em folha, o cheiro da terra molhada, o cheiro do meu perfume de sempre, o som da chuva a cair na janela, a Mofli... these are a few of my favourite things. E depois, já nem me apeteceu praguejar. Coisas idiotas de que me lembro mas que fazem dos meus dias dias meus.   
P.S- entretanto, cresci e descobri que eu de Maria tinha muito pouco, para não dizer, zero. Olha eu no meio do monte a cantar e com uma ranchada de filhos. Definitivamente, nada de Maria. Quando muito, dava mais numa de Baronesa...

12 novembro 2013

Eu nem sou de ser fófinha...

... nem de gostar dos "Aviões" e assim, mas esta é mesmo fófinha. Nem que seja porque começa por falar do meu Porto e do Senhor de Matosinhos. Porque me faz lembrar a minha Casa e o meu Mundo. E também porque é fófinha. Mesmo que eu nem seja dada a fofuras, às vezes distraio-me. Assim...
Como quando o Porto perde em casa 
Ou me deito com o grão na asa 
Fico tonto, zonzo assim só de me lembrar 
Ou como quando andava nos carrinhos 
Do senhor de Matosinhos 
Perna à banda, bamba assim só de me lembrar 
E agora, quem me diz onde é o norte? 
Se fui tonto em tentar a sorte 
Com quem não tem dó de mim 
Tanto que eu às tantas fico tão, tonto de ti. 
Como quando me negaste um beijo 
Na noite do cortejo 
Fico zonzo, zonzo assim só de me lembrar 
Ou como daquela vez na escola 
No recreio a cheirar cola 
Fico tonto, zonzo assim só de me lembrar 
E agora, quem me diz onde é o norte? 
Se fui tonto em tentar a sorte 
Com quem não tem dó de mim 
Tento há tanto tempo que ando tão, tonto de ti. 
Tonto de ti. 
Tonto de ti. 
E agora, quem me diz onde é o norte? 
Se fui tonto em tentar a sorte 
Com quem não tem dó de mim 
Tento há tanto tempo que ando tão, tonto de ti. 
Tonto, tonto de ti.  
Tonto, tonto de ti. 

22 outubro 2013

E com o tempo...

... this too shall pass. Foi o que repeti depois de a deixar na Escola, quase a fugir escadas abaixo, com as lágrimas a escorrerem-me pela cara abaixo. Eu não choro em público nem para público. Repeti vezes sem conta, and in time, this too shall pass. Afinal, sempre choveu esta madrugada. E hoje de manhã. Por algum motivo, a privação de sono é usada como tortura. Dói-me tudo no corpo, sinto que a pele me dói. Tenho o coração tão pesado que me custa a respirar. É uma fase. And in time, this too shall pass. Paciência. Calma. Aguentar. Não vacilar. And in time, this too shall pass. No alarms and no surprises... Silent... This too shall pass. 

09 outubro 2013

De cremes anti-rugas e músicas que me fazem divagar...

Em Janeiro, farei 30 anos. Às vezes, dou por mim a pensar que vou fazer 30 anos. Não sei se aparento ter a idade que tenho. Já tive quem me dissesse que parecia mais nova, já tive quem me dissesse que pareço mais velha. Não uso creme anti-rugas mas talvez devesse começar a pensar nisso. A minha testa está cheia de rugas finas. Umas de sorrir e rir, umas de preocupações, umas de choros e tristezas. Mas todas contam a minha estória. Não me assustam, gosto delas. Claro que penso que vai sendo hora de ir comprando um creme anti-rugas, só para não virarem sulcos. Mas se virarem, também não há-de ser isso que me tirará o sono. Não tenho absolutamente nada contra as cirurgias estéticas. Acho que quem as quer fazer, que as faça, se acham que serão mais felizes consigo próprios, tudo bem. Cada um sabe de si. Depois de ter sido Mãe, ponderei fazer uma. Pensei nisso, informei-me, fui a um médico que achou que sim, que poderia ser corrigido o que uma amamentação que virou mastite, marcou. Depois, voltei a pensar, com mais calma, com mais transparência na mente. E decidi que não o faria. Já tenho cicatrizes que bastem e honestamente, depois de já ter passado por várias cirurgias, não me apetecia penar em mais um recuperação. Acho que não me voltará a passar pela cabeça a ideia de cirurgias estéticas e muito menos para apagar as marcas dos anos e da Vida. Apesar de olhar para fotos de há 5 anos atrás e me aperceber que o TIR da idade me passou por cima, acho que a idade me fez bem. Me está a fazer bem. Me continuará a fazer bem. Não quero ser jovem para sempre. Quero envelhecer. Quero envelhecer bem. Talvez devesse mesmo ir comprar o tal creme anti-rugas. Porque sei que vou continuar a ganhar mais umas quantas. Algumas por me rir e sorrir. Outras fruto de preocupações. Outras de choros e tristezas. Todas, do que compõem os dias que se transformam em anos. Por isso, talvez este seja, para já, o meu limite de "how far would you go?" com que esta música deliciosa me fez divagar e perder na minha cabeça: um creme anti-rugas. 

04 setembro 2013

Jobs ou " ai o meu rico dinheirinho"....

No Desterro, ir ao cinema é coisa na linha do "esquece-lá-isso". Maneiras que quando me apanhei nA Cidade, "Jobs" era um must go see. ( piqueno à parte: o preço dos bilhetes de cinema são coisa de me deixar com os olhos trocados, não acho normal pagar 7 euros para ver um filme, de verdade! Ou isso, ou estou a viver no campo há tempo demasiado. Adiante.). Sou uma consumidora dos "gadjets da maçã" assumida. Tudo que é "i" passa cá por casa e o meu Mac é uma espécie de animal de estimação para mim. Estava mesmo muito curiosa para ver o filme, para conhecer melhor a estória do Homem e a história da Empresa que criou. Se calhar, as minhas expectativas eram muito elevadas, esperava demasiado. Foi uma desilusão, um balde de água geladinha. Senti-me a ver a Wikipédia em versão filme. Tudo muito superficial, desligado, com pouca alma. Salva-se o desempenho do Ashton Kutcher, que achei fenomenal como Steve Jobs (o ser giro não foi levado em conta, ok?). Fora isso, pois que uma das músicas do trailer também me agrada. (...) What it is, what it does, what it is, what it isn’t. Looking for a better way to get up out of bed. Instead of getting on the Internet and checking a new hit(...)Vai na volta, ponho-a de despertador a ver se a coisa me corre melhor e não faço snooze 347 vezes. No final de contas e em jeito de resumo, eu curto à brava a Apple. E é isto. 

25 agosto 2013

Bom dia, bom dia... ou...

... 'tá a acordar bem depressa "óh-gaja-da-comida", 'tá em sentido, direita, volver e um prato de Nestun. ( Estou acordada, estou acordada. Não estou nada, nãaaaaoooo, mais 5 minutos, mais 5 minutos, já vou).  Mánheeeee aaaaandaaaaa, Mánheeeeeeeeeeee Booooooooooooom diaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. Eu sabia que as minhas meias de leite minadas com cafés durante a gravidez iam ter algum efeito... Credo... Whatever... Just "shake it out, shake it out, shake it out, ohh whoa, 'Cause it's always darkest before the dawn..."
P.S- a bem da justiça, a minha rica Filha acordou eram quase dez da manhã, após ressonar desde as 21h30. Mas pronto, eu sou um bicho bastante dado ao sono. Não é defeito, é feitio mesmo. 

22 agosto 2013

Bom dia, bom dia...

Nos últimos tempos, tenho apanhado imensos episódios de "Sex and the City" na Fox Life. Alguns já tinha visto, outros não, nunca vi a série de fio a pavio. Não sou a maior fã da Carrie, tirando os seus autefites e os seus sapatos (I die!!!). Sempre achei que em alguns pontos da estória, ela precisava de uma abanão e de um par de estalos a ver se se ligava à terra. Acho que em termos de personagem, sempre me senti mais perto da personalidade da Miranda do que da Carrie. Nem falo da Charlotte porque me dá um ataque de urticária e a Samantha, bem, a Samantha é a Samantha. Ontem colei na TV a ver (mais) um episódio. Mr. Big ia embora de New York. Nunca percebi muito bem porque alguém quereria sair de NYC mas isso sou eu. Quer dizer, eu trocava NYC por Chicago sem pestanejar, mas como troquei a minha Cidade D'ouro por um cú de Judas é melhor estar calada no que toca a sítios para viver. Adiante. Tudo muito mimimimimi, You can't leave New York. You're the Chrysler Building. The Chrysler Building would be all wrong in a vineyard. Eu também acho que sim, que um arranha céus daqueles no meio das vinhas é um desperdício, mas mais uma vez, é melhor calar-me no que toca a mudanças de Cidade e onde é que as coisas e pessoas encaixam, porque claramente, tenho moral zero para discutir esse assunto. Mas o que me ficou na cabeça do episódio de ontem, foi uma música e uma parte muito específica do episódio. Mr. Big vai à sua vida mas não sem antes deixar no seu apartamento vazio, por onde a Carrie entra disparada na esperança de ainda o encontrar e depois de levar com um rebentamento de bolsa de águas nuns LBT (que dor, senhores, que dor!), um vinil e um envelope. "Para quando te sentires sozinha" era a mensagem colada na capa do vinil de Moon River de Mancini. Fiquei com a música na cabeça. Hoje, decidi ouvi-la de manhã. Porque apesar de tudo, há qualquer coisa de Carrie em cada Mulher. E a música, é maravilhosa. Moon River...

19 agosto 2013

Sim, há outras coisas boas...

... mas "apanhar" os dois últimos "Jambes Divines" após percorrer meio Porto, (tentar) testar a coisa e espalhar no pé, ter de ser socorrida a bem do nome do produto e "óh emigra ainda levas uma saca do Yetman, 'ca luxo" tem outro sabor assim. Sempre. Porque os (teus) chocolates adoçam os meus dias, mas há laços que adoçam muito mais a Vida. Há muitos anos. Por muitos mais. 


Winter, spring, summer, or fall, all you have to do is call and I'll be there, yeah, yeah,
you've got a friend.
If the sky above you should turn dark and full of clouds
and that old north wind should begin to blow,
keep your head together and call my name out loud.
Soon I will be knocking upon your door.
You just call out my name, and you know where ever I am
I'll come running to see you again.
Winter, spring, summer, or fall, all you have to do is call and I'll be there.
Hey, ain't it good to know that you've got a friend? People can be so cold.
They'll hurt you and desert you. Well, they'll take your soul if you let them,
oh yeah, but don't you let them.
You just call out my name, and you know where ever I am
I'll come running to see you again.
Winter, spring, summer, or fall, all you have to do is call, Lord, I'll be there, yeah, yeah,
you've got a friend. You've got a friend.
Ain't it good to know you've got a friend. Ain't it good to know you've got a friend.
Oh, yeah, yeah, you've got a friend. 
 P.S- Tenho de me dedicar a besuntar com a coisa, já que tanto trabalho deu a encontrar...