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25 março 2014

Capotei.

Estou em casa há três quinze dias com a minha criança doente e óh-valha-me-Deus-com-as-adenóides- e-ites-e-coisas-variadas-e-por-aí-afora. Hoje saí de casa para ir às urgências com a Cria, o que foi um capotamento mental logo de manhã, que eu desatino muito com as urgências pediátricas cá do Burgo, valha-me Nossa Senhora da Assunção, santa padroeira de algo, mas que só me lembro do nome porque era a das festas da terrinha da minha Avó, por onde me arrastava em Agosto quando era eu criança, mas lá tive de me arrastar com a Cria à cinta para as ditas, que as melhoras estavam a demorar. Adiante. Medicada e a respirar bem de novo, fez-me uma sesta de duas horas e eu com sono, muito sono, a babar sono, mas a pensar ai-que-não-me-vou-deitar-que-ela-acorda-quando-estou-eu-quase-a-adormecer-e-depois-fico-com-um-tau-que-ninguém-m'atura e pronto, deu-se novo capotamento cerebral e fiz um bolo. Ou tentei. Saiu uma bela de uma grande merda. Eu não sei mesmo fazer dessas coisas, deve ser uma patologia qualquer que me assola o material genético. Maneiras que mais me valia ter ido dormir, que a coisa só veio comprovar que eu e a cozinha temos uma incompatibilidade gravíssima. 

24 março 2014

Aquele momento estranho...

... em que percebes que "comeste" muito Harry dos Potes (em Inglês). Tudo porque corriges a tua Filha, que empunhando uma caneta te diz " Abra-cadabra" para um "não, não, não! É Avada Kedrava".
...
( a miúda ficou a olhar com ar de a-minha-Mãe-passou-se-de-vez-óh-my-godi... Não vamos entrar em pormenores técnicos do para que servia o Avada Kedrava, ok?!?)

23 março 2014

Eu sabia que tanta piada do Chuck ia acabar assim...

Do quarto da criancinha, o som inigualável de já-fostes-da-cama-abaixo. Seria de esperar ouvir choro, gritos, pedidos de socorro. Nope. Ao invés, o som de biqueiros e algo como um grito de guerra. Quando entro no quarto, Francisca empunhava um dos seus bonecos preferidos, servindo este de arma de arremesso contra a cama.
-Francisca, que foi?
-Caiu da cama, Mánhe. Estou a dar tau tau na cama! ( continuando a acertar com o boneco na cama)
...
Bem, lá capaz de se defender deve ser... 
...

18 março 2014

Isto há dias que não lembram ao Menino Jesus. Nem com faca e manteiga.

Hoje, a Oksana veio cá a casa. A montanha de roupa para passar era tanta que tive medo de me perder lá, tipo o avião que ninguém sabe onde pára. Maneiras que lá lhe liguei e ela contentinha que me leva mais uns trocos ao fim do mês. E eu contentinha, que não me perdi na roupa para passar. Estava eu descansada a sair da casa de banho, carcomida do sono, quando me aparece a Oksana pela frente e diz: "Meu marido está lá fora e vem compor porta". E eu de toalha enroscada, ratinho a 10 rpm, fiquei a olhar. Espera, pára tudo! Mas eu não pedi para arranjar porta nenhuma. Oi? Quê? Porta?!? Quem? Onde?  Oksana repete: "Meu Marido está lá fora, vem arranjar porta".  Tive tempo de apanhar a roupa interior do chão, que se me deu a vespertina quando percebi o que ela queria dizer. Ora, a porta que precisava de um jeito era a porta da casa de banho. Onde eu estava. Com a roupa toda no chão. Lá apanhei o que consegui e ala depressinha a vestir umas calças e uma t-shirt. Entra-me porta adentro um Abiliovski e-nor-me, que se me dava um encontrão, morria só com a corrente de ar. Não sei o nome do senhor, caso achem que é Abiliovski. Mas sei que é marceneiro ou coisa assim. Lá deu um encontrão na porta (que estava romba ou coisa assim, pormenors técnicos, não abria bem, sei lá eu.). Acorda-me a criança, que vem em rompantes à porta do seu quarto, cabelo à frente dos olhos e pergunta determinada: "quem abriu a porta, Mánhe?. E eu, atrasada, desgredenha, a olhar para o Abiliovski, aos chutos na porta, Oksana a passar a ferro, Francisca a olhar para o Abiliovski de olhos arregalados e a perguntar-me "quem é este" e eu a pensar "óh Filha, está masé caladinha e vai tudo correr bem". Abiliovski começa a falar com Oksana em Ucraniano e eu a pensar "é hoje, pronto, é hoje". Eu feita burra a olhar para a cena. Oksana diz "meu Marido precisa de faca e manteiga". E eu ainda mais burra a olhar, com vontade de dizer que eu não devia ser lá muito tenra, mas que se quisesse um pãozinho, eu arranjava. O Abiliovski McGyver lá arranjou a porta empenada com faca e a manteiga. E eu a olhar, lerda todos os dias. Bem, lá saí de casa três quinze dias depois, deixei Cria mai linda do meu coração na Escola de que tanto gosta e fui trabalhar, após conhecer o "Oksano". Tinha tanto sono, que me ia espetando pelas escadas abaixo a descer para o bar, não fosse um colega segurar-me. Parti um salto de um dos meus sapatos favoritos. Mas não caí. Também já tenho o rabo partido, não podia ficar muito pior. Maneiras que isto há dias que não lembram a ninguém. Nem com faca nem com manteiga. Mas é isto, a minha vida. 
P.S- se calhar é melhor repensar os apoquentamentos que as camisas dão à Oksana.

05 março 2014

Aquele momento (muito) estranho...

... em que entras na cozinha e te deparas com a tua criança a saciar a sede. Com um copo. No bebedouro da água das 4 patas cá de casa. Repreende-se. Francisca olha com um ar surpreendido, de quem acha que beber água dali é tão natural como a sua sede.
...
E é isto, a minha vida. 

27 fevereiro 2014

Adoro os dias de Oksana!

Um dos hobbies da Oksana é chagar-me a cabeça com a quantidade de roupa no meu armário e com o seu muito expedito: "ai se me servisse". Eu ouvia isto e panicava a modos que um poucochinho, punha-me logo a imaginar que eu virava costas de manhã e ela se entretia com os meus sapatos e vestidos, a desfilar casa fora. Sorte a minha azar o dela, a verdade é que usamos números muito diferentes (por acaso, agora que penso nisso, de sapatos não tenho a certeza… pâ-ni-co!!!). Na altura da mudança de casa, encontrei umas peças de roupa novas que a minha Mãe me tinha oferecido. Nunca as usei não por não gostar ou as achar horribillis, mas porque a minha Mãe tem uma qualquer patologia que se traduz em que quando compra roupa para os outros, acha que usam o XXL e toalhas de mesa, enquanto ela usa o S (e uma etiqueta a dizer vivam os refegos). Também não podia trocar que guardar talões é cena que não assiste na Tribo dos Meninos Perdidos. Adiante, que já me estou a perder na coisa. Oksana chegou, gloriosa, radiante, esta manhã. Entra-me casa adentro (após quase ter derrubado a porta de entrada, porque ainda não atina com a fechadura) toda contentinha e diz, no seu sotaque ucraniano: 
"P. olha para mim, com o vestido que você me deu! Devia estar muito gorda quando você comprou isso (detesto o você metido assim, como você, dá-me medos), fica-me mesmo muito bem, vê, vê." 
Apeteceu-me começar a correr corredor fora e fugir, mas estava de pijama vaquedo e já traumatizei o carteiro, achei melhor não traumatizar, para já, a vizinhança. E agora pensais, mas querias fugir porquê mesmo, Princesa sem Reino? 
Porque aquilo não é um vestido. 
É uma túnica.
E daquelas que não dá para usar como vestido, se me faço entender. 
... 
Uma túnica, não um vestido. 

06 fevereiro 2014

As revistas da cusquice e eu.

O que eu gosto mesmo nas revistas da cusquice é toda a envolvência da coisa. Eu explico: não, não são as estórias sórdidas, a lavagem de roupa suja na via pública, as estéticas novas oh-my-eyes, quem vai parir de novo ou quem vai assinar os papéis desta vez. Não, não é isso. Claro que também gosto de ver as roupinhas e sapatinhos e muitas vezes até que se me enche o ego, porque penso cá com os meus botões que eu, com 1/10 do orçamento  daquelas alminhas, ando mais apresentável que alguma gente "jeite seben". Mas pronto, isso são coisas cá minhas, que quando preciso de uma injecção de auto-estima, me dedico a pensar que "não se vistam às escuras "milheres", coisas más acontecem!" Mas também não é isso que eu gosto mesmo, mesmo. O que eu gosto mesmo mesmo é de ir ao Pingo Doce (eu gosto muito do Pingo Doce, apesar de não saber ao que isso agora interessa), me encostar perto das caixas de revistinha na mão e ver o ar das velhinhas que por mim passam. "desavergonhada, até se encosta a ler a revista". Ou " se tem algum jeito, aposto que não vai comprar a revista". Também há a versão "mas que grande lata". E depois há as que olham de alto abaixo e abanam a cabeça, com aquele ar de "francamente". Pois que eu estou-me a borrifar. De verdade. Adoro ler as últimas estorietas da chamada imprensa do coração de borla (eu tenho acesso à internet mas não é a mesma coisa, não me contrariem) enquanto apoquento umas quantas almas. Sim, eu sei, quando morrer vou para o Inferno. Mas, para atenuar um bocadinho a minha condição de "devias era ter vergonha", confesso que, muito de vez em quando, lá trago uma comigo. A revistinha do coração não é só um excelente boost de afinal-não-estás-assim-tão-mal como é, pasmem-se, excelente leitura de casa de banho. 

28 janeiro 2014

Eu é mais atum.

Vir de casa dos meus Pais é como ter ido ao supermercado sem pagar. Não, não meto coisas às escondidas na mala do carro. E sim, tenho zero de vergonha de dizer que os meus Pais me atestam a mala do carro (e me oferecem um depósito de gasóleo) quando vou a casa deles. Mimada, dirão. Defeitos de filha única, talvez. A-zar, eu cá agradeço imenso a ajuda deles, porque como diz o senhor meu Pai, se não me der a mim vai dar a quem, à Mofli? Bem, esta vez, senhora minha Mãe passou por mim, directa à mala do carro e disse qualquer coisa como "o Pai comprou atum para ti que estava em promoção". Não liguei e disse "ya ya ya poreiro, fixe, obrigada" que de borla até injecção na testa. Ontem estive a arrumar as coisas. Contei as latas de atum. 56 latas de atum. Cin-quen-ta e seis latas de atum. Em caso de cheias, tremores de terra ou cataclismos variados, estou assegurada. Tenho 56 latas de atum. 

17 dezembro 2013

Um dia vou ser...

… uma daquelas Mães que quando tiram os filhos da cadeirinha, à porta da Escola, os tiram ainda impecavelmente limpos, ainda com o laço do cabelo (no caso das meninas) no sítio certo, todos au point. Sim, um dia vou ser capaz de não ter de limpar o ranho que foi arrastado para as bochechas no trajecto de 2 minutos casa-Escola ou restos de pasta dos dentes no canto da boca que me passaram ao lado nas pressas. Sim, um dia não vou ter de sacar da toalhita, quando existente, ou de um bocadinho de saliva, assim muito disfarçadamente, para limpar coisas infantis. Ou não. Muito provavelmente, fico mesmo pelo ou não, que manhã minha que se preze é desengonçada. Quem nasceu para lagartixa…

10 dezembro 2013

Uma questão de erres.

Francisca acha que se é para pedir, que seja em grande. Mas Francisca (ainda) não diz os erres, troca o "r" pelo "g". Francisca achou por bem pedir um Rei. Mas Francisca (ainda) não diz os erres, o que fez com que o seu pedido de realeza se transformasse num morde-bochecha-não-te-desmanches-a-rir. 

26 novembro 2013

Diga bom dia com o carteiro...

Maneiras que hoje, atrassadíssima, atrasadérrima da vida, chegada tardiamente de mais uma viagem pelos caminhos de Portugal e oh pá já são horas de acordar, snooze para cá, snooze para lá, arruma mochila, arruma lanche, ressona aí mais um bocadinho Filha, que a tua rica Mãezinha está atrasada até à quinta casa, tocam-me freneticamente à porta. Assim como se um ataque de zombies estivesse iminente e eu pudesse salvar o planeta Terra. O meu apartamento não dá para abrir cá de cima nem perguntar o costumeiro "quem é?" (também, quando se pergunta, costuma ser o "eu", como dizia o Bruno Nogueira). Toca de descer os dois andares em pijama, porque achei (duh) que deveria ser alguém (bem) conhecido, tal o toque de "há fogo, fujam". Era o carteiro. Ora, eu em trajes pijamescos, com uma vaca ao peito a dizer "Moooooody in the morning" e o homem, esbaforido do frio, a perguntar se eu era a Senhora Mimimi enquanto me empurrava para dentro do prédio "entre, entre que está frio". Eu colada de sono, vaca ao peito e malhada nas pernas, meia estúpida a olhar para o homem que me estendia um papel e pregava qualquer coisa sobre letra legível. Cartinha registada dos senhores da ANSR a comunicar-me que sim senhor, pagou a coima voluntariamente (uma "multazinha" de "excessozinho" de velocidade, quem anda à chuva, molha-se, mea culpa, mea culpa) e vá, leva a sanção acessória com pena suspensa, isto dito no último parágrafo de 4 folhas em que li qualquer coisa como não respeitou, agiu de forma consciente, negligente e por aí fora. Está bem fófinhos, mea culpa, mea culpa. Podiam poupar no papel, digo eu. Mas a modos que eu estava mais colada no me ter aparecido o carteiro do que propriamente com a carta que sabia que haveria de chegar. Quero acreditar piamente que o homem se ria para fazer face ao frio e não pelo figurinha que fiz, do alto do meu pijaminha polar, de vaca ao peito a dizer "Mooody in the morning" e pelas minhas pernas de vaca malhada. Eu cá gosto de vacas, está bem? Das malhadas. Pelo menos, aqui não há essa publicidade, porque se fosse nos estates o homem ainda me tinha perguntado "Got milk?". Isto há manhãs dos demos, senhores! 

04 novembro 2013

Eu, a nódoa do lápis de cera.

"Mánhe, faz uma Menina! Mánhe, faz uma cara!". Eu não sei desenhar. Não sei. Nunca soube. Não gosto. Não quero. O gato diz que não interessa e burro velho não aprende línguas. Mas mesmo assim, a criatura não desiste. "Mánhe, faz uma filori". Acho que ela ainda não percebeu que a Mãe tem uma grave falta de jeito para Giottos. Ou isso ou gosta de arte abstracta. Ou então, sendo que esta deve ser a mais provável, quer garantir que a comida lhe continua a aparecer à frente, tal o contentamento com os rabiscos que faço. Deve ser graxa. Só pode! 

18 outubro 2013

Piadas secas às bolinhas e querem ver que ela tem queda para politiquices?

Ontem à noite: 
- Mánhe, conta os Dálmatas! 
- Um Dálmata, dois Dálmatas, três Dálmatas, quatro Dálmatas...
...
Hoje de manhã: 
- Vá. anda lá Francisca, a Mãe canta uma música para lavar os dentes... Deixa cá pensar... "Eu perdi o Dó da minha viola, da minha viola eu perdi o Dóooo. Dormir é muito bom, é muito bom, dooooormir é muito bom, é muito bom. É bom camarada, é bom camarada, é bom, é bom, é bom. 
- Mánhe, Máaaaanhe, canta o camarada! Canta o camarada. 
- A viola Franicsca, a viola! 
- Não Mánhe, o camarada!  
A viola Franicsca, a viola! 
- O camarada, Mánhe! 
- A viola! É a viola, Francisca! A viola!
- Nãaaaao! O camarada!
(será que devia ter dito: Avante, Francisca?!?)
E nisto, se virem um buraco, é lá que hoje me encontram. Eu a dar-lhe na viola, ela no camarada e estou a ver que daqui a uns anos ainda me vai para a Quinta da Atalaia. De tanta coisa na música, o que havia de lhe ficar na memória. Aiiiii!!! 

17 outubro 2013

É bom que melhore...

Francisca deu os seus bons dias hoje à "Mánhe", a minha pessoa, aos gritos do outro lado do corredor e  da seguinte forma: 
- Mánhe, fez um pum! Fezê um pum, Mánhe!  
U a u! É o sonho de qualquer pessoa acordar com informações destas, assim, tão preciosas. Espero que o dia melhore, tendo em conta as primeiras notícias do dia... 

14 outubro 2013

Discos pedidos.

O meu carro ao fim do dia parece um daqueles programas de rádio de discos pedidos. 
-" Mánhe, canta o tiroló!"
- "Mánhe, canta a barata!"
- "Mánhe, canta o Ti Manel (abstenho-me de comentar o ela dizer Ti em vez de Tio...)
- "Mánhe, agora o Comboio".
E eu canto. E ela bate palminhas. Até aqui tudo bem. Mas depois dou por mim a sopeirar e a dizer " (...) há patinhos a granel, um quá aqui, um quá ali (...)".
Algures pelo caminho, a minha sanidade mental saiu em andamento. E não voltou. 

13 outubro 2013

Está aberta a época do ranho a pacotes.

Francisca está ranhosa. De ranho mesmo, de feitio são outros quinhentos. Ora, como convencer uma criancinha que dava numa de miúda do exorcista quando era preciso por-lhe rhinomer no nariz? 
- Francisca, anda por "chiqui" (perfume) no nariz! 
- Sinhe! Biba!
Não só deixa por, como deixa as vezes que forem necessárias! Vaidosa? Naaaa! 

11 outubro 2013

Em caso de dúvida, vai brega!

Mánhe, óh Máaaaanhe, cánta o comboio, cánta.
Ora, pois que eu não sei se era este o comboio ou se era coisa mais refinada, tipo Alfa Pendular, mas que está a ser um sucesso, está! Encore, Francisca: láaaaaa vai o coooooombooooioooo, láaaaaa vai a apitaaaaar, lá vaaaaaai o combooooioooo, à beira do maaaar ( palminhas!!!), à beira do mar, mesmo à beeeeirinha! Tem dias que espero que ela não fique inspirada e queira ser a próxima Liliane Marise, tal as coisas que me lembro. Mais uma voltinha, mesa posta e... láaaaaa vaaaai o comboiooooo! 'Simbora! 

06 outubro 2013

Sabes que da fama não te livras...

(C. ao telefone): 
- O que andas a fazer? 
- Estou a jogar à bola com a Francisca. 
- Eh pá, deixa-te disso e senta-te! Da maneira que tu és ainda partes alguma coisa ou ficas mais desfeita. Senta-te quietinha masé.  
As minhas Amigas, mesmo de longe, sabem do que a casa gasta. 

02 outubro 2013

Paniquei!

Francisca referindo-se ao coleguinha que saiu ao mesmo tempo que ela:
- O "Rapael" abalou, Mánhe! 
Aaaaaiiii! Pára tudo!!! Aaaaaaiiii que a rapariga além de me esperar o dedo e dizer "'cuta" (escuta), agora também já diz abalar. Aaaaaaaaaiiiiiii! Maria Francisca, bicho bom da sua Mãe... O teu cartão de cidadão diz Aldoar pá, Aldoar!!! Aldoar não combina com abalar! Aí que a rapariga me fala alentejano. Aí que me vai dar o abafo. Aaaaaiiiii!!!