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04 setembro 2013

Jobs ou " ai o meu rico dinheirinho"....

No Desterro, ir ao cinema é coisa na linha do "esquece-lá-isso". Maneiras que quando me apanhei nA Cidade, "Jobs" era um must go see. ( piqueno à parte: o preço dos bilhetes de cinema são coisa de me deixar com os olhos trocados, não acho normal pagar 7 euros para ver um filme, de verdade! Ou isso, ou estou a viver no campo há tempo demasiado. Adiante.). Sou uma consumidora dos "gadjets da maçã" assumida. Tudo que é "i" passa cá por casa e o meu Mac é uma espécie de animal de estimação para mim. Estava mesmo muito curiosa para ver o filme, para conhecer melhor a estória do Homem e a história da Empresa que criou. Se calhar, as minhas expectativas eram muito elevadas, esperava demasiado. Foi uma desilusão, um balde de água geladinha. Senti-me a ver a Wikipédia em versão filme. Tudo muito superficial, desligado, com pouca alma. Salva-se o desempenho do Ashton Kutcher, que achei fenomenal como Steve Jobs (o ser giro não foi levado em conta, ok?). Fora isso, pois que uma das músicas do trailer também me agrada. (...) What it is, what it does, what it is, what it isn’t. Looking for a better way to get up out of bed. Instead of getting on the Internet and checking a new hit(...)Vai na volta, ponho-a de despertador a ver se a coisa me corre melhor e não faço snooze 347 vezes. No final de contas e em jeito de resumo, eu curto à brava a Apple. E é isto. 

10 junho 2013

Afinal, estava ligada...

Por preguiça, não me levantei da secretária para calar a TV. Preguiça da pura. Deixei no canal onde esteve o dia todo, na Fox Life. Vi um bocadinho de uma série que quase me prendeu, Scandal, mas depois acabou-se, vai de colar no computador (eu acho que vou arranjar ali um vício novo, mesmo em final de temporada... tenho de ver para trás a ver se me cai no goto). Esteve a dar o Doidos por Mary. Vi o fim. Só, porque a única coisa que me fez levantar a cabeça para olhar para a TV foi uma música da OST. Que eu a-d-o-r-o! 

And mess me around 
And then worst of all (Worst of all) 
You never call baby 
When you say you will (Say you will) 
But I love you still 
I need you (I need you) 
More than anyone darlin' 
You know that I have from the start 
So build me up (Build me up) 
Buttercup 
Don't break my heart 
I'll be over at ten 
You tell me time and again 
But you're late 
I wait around and then 
I went to the door 
I can't take any more 
It's not you 
You let me down again 
Baby Baby 
Try to find a little time 
And I'll make you happy 
I'll be home 
I'll be waiting beside the phone 
Waiting for you. 
Why do you build me up.... 
To you I'm a toy 
But I could be the boy 
You adore 
If you'd just let me know 
Although you're untrue 
I'm attracted to you 
All the more 
Why do I need you so Baby Baby.....
ooh ooh ooh 
Why do build me up .....

08 junho 2013

Sabes que estás velha e cínica...

... quando está a dar "o Guarda Costas" e tens uma vontade terrível de te rir com o filme. Pior, descobres que a Vida te fez um bocadinho cínica quando a músiquinha te deixa os cabelos de ponta, ao invés de te deixar aos pulos numa festa de garagem qualquer, à espera de ouvir um "alwaaaaaayyyyyssss loooooooveeeee yoooooou". Deve ser para estes casos que também inventaram o botão"mute". (sim, o comando tem mais botões e podia mudar de canal. Mas depois não descobria o quão velha me tornei. E ficava sem nada com que me rir de mim mesma. E não era a mesma coisa.)   
P.S- Salva-se o Kevin Costner, um poço de charme aos meus olhos. A idade, a ele, também lhe tem feito bem. 

27 fevereiro 2013

Óscares em versão retardada...

Não vi a coisa, estava ocupada noutros filmes. Vi os vestidos "blogo" fora e em sites da especialidade (leia-se: sites de cusquice). Como sempre, houve bonito, feio, sinistro, I die for e semelhantes. O que eu retive dos Óscares: Skyfall & Adele. Enquanto artista nunca foi das que andavam a passear-se nas minhas Playlists a toda a hora. Tem uma voz bonita, mas o último álbum chega a dar-me vergonha alheia por quem lhe partiu o coração (entretanto recomposto). Adiante. Acho-a uma mulher bonita, verdadeiramente bonita. Tem uma cara que considero lindíssima e adoro o facto de viver bem com o seu corpo, sem ceder a pressões de ditaduras de magrezas e estereótipos anorécticos (chega disso, digo eu...). Vale o que vale pelo que faz, não por ficar bem em leather pants. Desde que me lembro de ser gente, tenho um fascínio absurdo por tudo o que envolve o Universo Bond. Os carros, as engenhocas, as Bond Girls, o sarcasmo do James, o seu ar de Bad Boy e claro, as músicas. Conheço-as a todas, gosto de todas, umas mais, outras menos, naturalmente. A Skyfall, entrou para o #2 desta "playlist" automaticamente mal a ouvi a primeira vez (Nobody does it better mantém o #1). É perfeita, a Skyfall: tem o agridoce do mundo Bond, tem o score disfarçadamente lá pelo meio, tem mistério, tem envolvência e tem uma capacidade brutal de me mexer cá dentro e de me por a cantar (mal). E tem a voz da Adele, que apesar de achar que "nos 19" estava melhor que nos "21", em termos de letras e de enxovalhamento público, considero muito, muito, muito, bonita. Portanto, retive que a Skyfall ganhou um Óscar. O resto? Óh gente, o resto são trapos... Let the Skyfall !
P.S- o corrector automático diz-me que em vez "Óscares" deveria estar escritos Iscares... Está certo!

Nos entretantos...

Andei de DVD em DVD à caça da minha Marie AntoinetteNão a achei, diz que não mora cá em casa. Pena porque gosto imenso deste filme. Da cor, da vida, da estória, da História, do guarda-roupa e assim por diante. E sapatos, pois que sim, tinha sapatos para todos os gostos. O facto de ter acabado guilhotinada são pormenores aqui no meu caso. Maneiras que, não havendo DVD, arranjou-se a OST que muito me encanta também. Esta, por exemplo, anda por lá. E eu adoro-a... 
(...) 
Many miles from where I'm sleeping 
You share laughter in the evening 
As do I, in the great divine 
(...)
(e nisto, a minha criança dorme, drogadíssima do Aerius, pobre nem os olhos abre quase, eu tusso de gatas que de outra forma já não dá, enquanto estou na indecisão se sai pleura, se sai rim... A ver vamos...) 

29 dezembro 2012

Filmes que tocam...


Não é um feel good movie. Não é um filme de coração apertado. Não é um filme pipoca. É sim, um bom filme, um filme pica miolos. Gostei imenso.   
" Our lives are not our own. We are bound to others. Past and present. And by each crime; and every kindness we birth our future. "

04 outubro 2012

Fly casual...

Aaaaaaai! Aaaaiiiiii a minha reputação de I don't do Star Wars. Aaaaiiiiiiii! 
Ai que até me vieram as lágrimas quando o senhor-que-eu-achava-que-não-falava se lixou para azeite. 
Estou a ficar uma geek. E a culpa é do Mêhóme, esse demo que anda a ensinar a piquena a brincar com o sabre de luz. Aaaaaiiii e eu deixo. Aaaaai que eu gostei da porra dos filmes (shiu, keep quiet!)...
Shame on me... 

09 setembro 2012

Before Midnight...

Os dois primeiros filmes marcaram-nos para sempre. 
Encontros e desencontros. Paixão. Amor. Foge comigo, leva-me nos teus braços. 
E agora, espero por ele, Before Midnight, para vermos juntos. E voltar a desejar, uma e outra vez, que me raptes de mim própria.

12 julho 2012

Os filmes de super coisos e eu...

Diz que sim, que eu não gosto de filmes de super heróis, só do Batman porque não tem super poderes mas gadjets uber cool. Dispensava os fatos justos e o do Super Homem então dá-me vontade de rir, que ninguém anda de cuecas por cima das calças, com a graça do senhor que já vejo abantesmas q.b nos meus dias coloridos. E ah e tal, mas ele voa e o camandro e faz coisas com os olhos e devia trabalhar na TSA. Me da igual. Não gosto de filmes de super coisos, que heróis para mim são aquelas gentes de carne e osso, que batalham as suas lutas e se batem por algo e não andam aí de poste em poste aos saltinhos histéricos. 
SuperMaridão, (esperto), compra-me um anel que lhe mostrei no site de uma loja, só ver, só ver disse eu,  e um Magnun de menta (menta,  always) e até espera por mim enquanto boto cor nova nas gânfias e faz sorriso grande e bom e covinhas e diz ah e tal e se formos ao cinema? Ver o quê? A nova versão do "Spider Home" e está-te a saber bem o geladinho que te fui buscar e tal e coiso. E às 3 por 4, lá estou eu numa cadeira de uma qualquer sala de cinema que precisava de uma janelita para abrir de vez em quando e arejar que cheirava um pouco a bafio. Mas pronto, o meu nariz é um poço de sensibilidade, ao contrário da minha pessoa. Vira de um lado, vira para o outro,  fazer o ninho para dormir de boca aberta e fio de baba, que isto hoje a malta dorme quando pode e como eu já disse, mas repito no caso de serdes esquecidos, que filmes de super coisos não é a minha cena Mas depois boto as vistinhas no moço do filme e a coisa até que coreu bem. Que sim senhor, muito melhor, não tem cara de parvónio como o Tobey, cujos pais também lhe escolheram nome para ajudar à minha causa. É que a cara do antecessor deste super coiso dava-me ataques de caspa e vontade incontrolável de lhe bater com um pau ou o cabo da vassoura. Mas continuo a não gostar de filmes de super coisos, a não ser do Batman. 
E pronto, é isto. 

25 março 2012

In time..

Vi este filme há umas semanas atrás. Gostei. Muito. Hoje não me sai da cabeça. 
Muitas vezes, demasiadas, sinto que também existe um relógio que corre veloz no nosso pulso.  
O tempo escasseia sempre, em contagem decrescente para Domingo à noite. Uma corrida injusta, desleal, cruel. 
Mas, por vezes, consegue-se "comprar" tempo e fazer com que o relógio fique em suspenso mais uns dias. E que o coração continue a bater mais rápido, com mais ânimo, mais umas horas. 
Um dia, sim um dia, faremos o crime perfeito tal como no filme. Um dia, tomo de assalto o banco do tempo. E então, terei todo o tempo do mundo para sermos nós... 
E que bom, que bom, que hoje ainda não é Domingo à noite... 

20 fevereiro 2012

Cinemices ...


"What's important at this time is to re-clarify the difference between hero and villain".
 J. Edgar Hoover