Podeis ir à praia, andar a cavalo, ir ao Zoo ou o que bem vos apetecer. Mas, arranjem 5 minutinhos para passar num qualquer hiper ou supermercado e ajudem a alimentar esta ideia. O pouco que seja de todos, fará muito. E toda a diferença a quem realmente precisa de ajuda para colocar alimentos na mesa. Obrigada!
31 maio 2014
Quereis um programa para o fim de semana?
30 maio 2014
Momento "o que dizem os teus ojólhos"?
Diz que que se me deu uma coisa e fiz extensões de pestanas. Vou ter dois casórios em breve e maneiras que aproveitei isso para experimentar a coisa umas semanas antes. E sabeis que mais? A-do-ro! Mesmo de pijama e remelosa, sinto-me uma "mobie estar". Não fosse o preço e a necessidade de manutenção da coisa a miúdo, era gaja para fazer do rímel utensílio do passado. Mas como não roubo carros nem fundos de investimento em part-time, será coisa de semanas. Mas pronto, sempre posso dar numa de rock star do pijama durante umas semanas!
28 maio 2014
Viciada
A primeira vez que a ouvi, estranhei. Depois, entranhei. Acho o videoclip o má-xi-mo e filmado num dos sítios mais giros do Mundo e arredores.
(sim, sim, sou bairrista e então, há problema?)
Brinca na barriga, lai lai lai
O supermercado, os bafos e coisas assim.
Se há coisa que me aborrece nas filas de supermercado, para além das próprias filas (bem, sempre dá para ler uma revistinha da cusquice, pronto), é aquela gente que se cola a nós. Suponho que devem achar que por mandarem o bafo ali para a nuca, a menina da caixa vai registar tudo muito mais rápido, tipo Mach 2. Ou que os vamos deixar passar à frente, porque estamos ali a levar com o bafo na nuca e a sentir a pressão que um bafo pode fazer. Não percebo, verdade, mas eu também sou uma pessoa muito limitada. Só sei que me dá vontade de virar para trás e desatar ao estaladão. É muito sinistro sentir bafos de estranhos na nuca, eu cá acho. Pior, virar para trás e ver a cara de "eentãoooo 'miga?" (não sei porquê, mas imagino sempre que digam 'miga. Se fosse uma personagem com o boné de pala dobrada, talvez um "óh sócia". Não sei, adiante) como se por isso e pelos bafos, a fila fosse andar para a frente. Também gosto dos corta-filas, os que passam à frente e dizem "ah, desculpe, tava na fila?", ao que me apetece responder "Olhe, não. Estou aqui com o carrinho cheio de compras a ver esta gente toda tãaaaaao bonita e giríssima porque a minha vida é muito triste sabe, e este é o ponto alto do meu dia, encher um carrinho e por-me aqui, percebe?" Adoro! Também gosto dos que têm um pacote de sumo e eu, munida de uma estupidez qualquer de boazinha deixo passar à frente, para depois perceber que a porra do sumo era a ponta do iceberg e que afinal, vem lá o Manel com o resto das compras. Mais uns minutos de bafo no pescoço que é só para não me armar em boazinha. Maneiras que nos meus devaneios de grandeza, além de ter uma Maria que me cozinhasse as refeições todos os dias, também havia de ir às compras de mercearia ('ca fino, compra de mercearia!). Tudo, só para não levar com bafos variados.
27 maio 2014
"Nos" não quer mais não.
Eu não sei se é NOS, se é nós, se são eles ou raio que os parta a todos. Mas eu, pessoa muito apreciadora de Queen e que acha um desperdício o Fred ter batido as botas tão cedo, já não aguenta a música a todo o santo intervalo do noticiário (sou muito culta, vejo as notícias na TV e digo que vejo o noticiário, 'tá?)…. don't stop me noooow, e a moça a correr feita tolinha, no meio dos cavalos, das éguas, no elevador, na rua. Arre. Stop! Já não s'aguenta!!! Parou!!!
26 maio 2014
Animais de rua.
(Até podem vir dizer que são spots muito fortes. Eu até acho bem ligeirinho. Quem abandona um animal, nem bicho é, nem besta é, é zero. Porque o cachorro cresceu, o gato mia, o bebé nao pode ter animais. Nem bestas serão, tão pouco, quem tem coragem de abandonar um animal. Porque quem não é bom para os animais, também não é bom para as pessoas)
24 maio 2014
"Ciência: o seu a seu dono".
"Apesar de haver uma certa noção, nas sociedades ocidentais, da importância da ciência, o pensamento científico ainda não foi capaz de ocupar a sua devida posição no mundo. Não só existem muitas culturas que ainda olham de esguelha para a ciência como proliferam, na civilização ocidental, subculturas que não a respeitam.A verdade é que, pensado em termos históricos, a ciência é uma forma de interpretar o mundo muito recente e tem feito um percurso de afirmação cheio de obstáculos e dificuldades: porque obriga as pessoas a repensarem as suas crenças e porque força mudanças nos poderes instalados. E mais, a ciência não consegue oferecer a tranquilidade da certeza absoluta que tantos outros discursos apregoam (como os religiosos, os do oculto, os ideológicos ou mesmo os da auto-ajuda). E como o ser humano exibe uma obsessão pela busca das certezas absolutas como forma de conforto mental, a ciência (que é, por definição, o discurso da dúvida, do relativismo e das certezas temporárias) vê a sua capacidade de "doutrinação" muito afectada.Por isso, a única forma que a ciência tem encontrado para se conseguir impor é através das provas irrefutáveis e resultados objectivos que vai produzindo.Basta olhar em redor para se perceber que o nosso modo de vida não existiria sem ciência. É que sem esse método de pensamento não teríamos auto-estradas, carros, aviões, comboios, habitações modernas, arranha-céus ou hospitais. Não existiria a televisão, a rádio, os telemóveis, os computadores, a internet ou qualquer outra tecnologia de comunicação de que nos possamos lembrar. Não teríamos sequer conseguido aproveitar a electricidade nem efectuar a refinação do petróleo. Não conseguiríamos ter a produção e a produtividade agrícolas que permitem alimentar a população mundial. Não teríamos os medicamentos, os testes de diagnósticos ou os cuidados higiénicos que permitem que vivamos, em média, até aos 80 anos e que não morramos alarvemente à nascença.Enfim, sem ciência, hoje seríamos apenas uns quantos milhares de seres humanos no planeta a viver em pequenas tribos espalhadas pela floresta, savana ou outros habitats, e a morrer, em média, aos vinte e poucos anos com uma qualquer infecção dentária.Por isso inquieta-me aperceber-me que ainda há muita gente disponível para acreditar nas retóricas pseudocientíficas que fazem da convicção da mensagem e dos mensageiros a sua poderosa arma doutrinária. E os exemplos abundam: assustam-me as pessoas que não vacinam os seus filhos, promovendo o reaparecimento de doenças já erradicas; assustam-me as pessoas que querem ter os partos em casa, causando mortes completamente evitáveis às crianças recém-nascidas; assustam-me as pessoas que defendem o ensino caseiro, incutindo nos seus descendes dogmas e mitos que mais não fazem que perigar a sã convivência social; assuntam-me as pessoas que recusam os tratamentos oncológicos por acreditarem em teorias da conspiração; preocupa-me as pessoas recorrem a crendices para tentar resolver problemas do quotidiano quando, provavelmente, a solução passaria por uma ida ao psicólogo.Devíamos ser capazes de reconhecer os contributos da ciência para a nossa vida e para o nosso bem-estar, e a sua supremacia na explicação e resolução de tantos problemas. Quanto ao resto, àquilo que a ciência ainda não explicou ou que nunca vai conseguir dar resposta, cada um deve seguir o seu caminho, escolher a sua filosofia, na certeza porém de que o “só sei que nada sei” é a única postura intelectualmente honesta."
23 maio 2014
22 maio 2014
Desculpem qualquer coisinha, sim?
Já corri mas deixei de o fazer. Não tenho joelhos nem tempo para isso. Tenho de por uma prótese num joelho, mais dia menos dia, mas fujo de médicos como o diabo foge da cruz, apesar de lá bater com os costados de mês a mês, na melhor das hipóteses. Eu sei que o Obama corre porque se levanta às 6h da manhã ou o raio que seja, mas eu gosto de dormir e não me vejo a acordar dez minutos mais cedo para correr. Há uma publicidade qualquer que fala dos benefícios de dormir. Não comprovo nem desminto, mas quando estou com a telha o melhor anti-depressivo para a minha neura é mesmo dormir. Tenho de tomar comprimidos para a queda de cabelo e estou cheia de brancas, que prefiro ignorar. Já fui loura platinada mas decidi que agora serei morena, na minha cor natural raiada de brancos. Desculpem qualquer coisinha, sim? Sou viciada em gomas e fumo o meu cigarro, com os 348 cafés que me encharcam todos os dias. Não sou um poço de saudável, nunca fui nem me parece que venha a ser. Nem pouco mais ou menos. Sofro no corpo e na monha tudo aquilo que me fiz nos anos adolescentes e nos genes que carrego, também, no sangue. Sou desnorteada e nem me perguntem onde é o Norte que não sei, aponto para um lado qualquer e digo que deve se para ali, mais coisa menos coisa, mas mete uma Torre dos Clérigos. Não gosto de lambe botas, nem de as lamber, gosto é de saltos altos, mas não das dores nos tornozelos. Já nem sei se são pisocossomáticas, mas há dias em que os meus tornozelos me doem para lá do mau. Mas também uso crocs nas horas que passo de um lado para o outro, na minha bata branca e no cabelo amarrado com dois ganchos. Não posso ter repas que tenho um remoínho que me faz ficar com um pala anos 80 e muito medo. Gosto de vinho em geral, de sangria em particular, mas tudo desce, menos zurrapa. Gosto de Francesinhas não só porque não renego o Porto que me bate na pulsação bradicárdica mas porque são divinais, se bem feitas, claro. Desculpem qualquer coisinha, sim? Sou letalmente alérgica a marisco e tenho zero aspirações a ser in, a ser bem, a ser chique. Divirto-me a chocar terceiros com as minhas divagações de Maternidade mui sui generis, mas sou louca pela minha Filha e sei dar tudo o que é xarope sem a acordar, sendo que também dou uma perninha em administrar supositórios sem importunar descansos e a curar tudo e mais alguma coisa com o meu colo. Gostava de voltar para os Estados Unidos, de viver lá, mas não há mar como o do Norte de Portugal e consomem-me as saudades dos meus Pais, das quais sou muita coisa única, como Filha, desculpem qualquer coisinha. Como croissants e brioches qual Marie Antoinnete mas fico-me por aí que pouco dada sou a fazer bolos. Desculpem qualquer coisinha. Não sou perfeita. Nem quero ser. E por isso, não peço desculpa.
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