30 novembro 2014

Nem à Mofli confesso.

[a Princesa Sofia, personagem principal de uns desenhos animados da Disney, tem uma música que versa qualquer coisa como "quero a Mãe... e o que faço eu então, quando eles aqui estão? eu queria ser só eu e a Mãaaaaeee. Francisca canta-a, de voz melada e olhos de Gato das Botas. Eu canto a música com ela. A música emociona-me. Não pela música. Mas pela forma como ela me abraça e a cantamos. ]*

Disparate, emocionarem-se com musicas de bonecada. Non-sense. 

*[lamechas/kg de peso]

29 novembro 2014

Princesa sem Reino, que fazeis este fim de semana?

Voluntariado. 
(#FAZESFALTA)

Alimentem esta ideia!

Este fim de semana, ajudem a que a fome seja uma realidade menos presente em muitas famílias, contribuindo para a recolha de alimentos do Banco Alimentar contra a Fome. Por pouco que possam dar, 1 pacote de massa, por exemplo, fará a diferença! Obrigada por alimentarem esta ideia! 

28 novembro 2014

A sério?!? A SÉRIO?!?!

Um dia, o meu pior pesadelo, torna-se realidade. Na mochila da Cria, um puto de um bilhetinho a informar que este ano, gostavam muito (e o que é que eu tenho a ver com os vossos quereres, hein?) que os meninos levassem uma decoração de Natal feita em casa para a Escola, para enfeirarem a dita com isso (se calhar só querem poupar uns trocos e dão esta desculpa masé, até porque aqui não há o senhor ou senhora, ou lá o que é, sueco para ir comprar estrelas da moda. Adiante. Pedem ainda (mais nada, não? Um perú recheado com Prozac, que tal?) para que o dito adorno artesanal leve uma mensagem sobre o Natal. Ah. Ah. Ah. ... Ah. 
Maneiras que, a ver, alminhas: 
- eu não gosto do Natal; 
- eu não tenho paxorra para estas pantominas;
- eu tenho o mesmo jeito para artes manuais que um elefante teria, nuns stilletos de 15cm dois números acima da pata, para dançar o tango;

Posto o acima, avizinham-se mais uns anos valentes de terapia para a minha Criancinha. A malta faz lá as cenas, que fama de bicho já tem (e eu com isso) mas não promete que não seja uma experiência absolutamente traumatizante... para todos os envolvidos. 



Ah, o Burgo...

Não há Burgo-cú-de-judas sem a existência do "Xerife". Facto. Dogma. Não o Xerife do Velho Oeste, aquele com dois coldres e chapéu giro, nada disso. O "Xerife" é aquela mítica personagem que apenas se vê nas terreolas e que possui mercearias, lojas de roupa, lojas de quinquilharia, medeia seguros, dá uma perninha de dança e mais outros 500s. O "Xerife" detém 85% do comércio local (nada em escalas de Tio Belmiro ou do Tio Ortega, esses fofos, não vos desgraceis em confusões 'plo amor da santa, que eu estou a falar de coisas piquenas!) O "Xerife" é um faz-tudo-sabe-tudo-and-I-am-a-big-shot-in-terreola-pow-like-a-boss. O "Xerife" vive um nível acima de todos, numa nuvem de piqueno-pónei-rainbow-style, pairando sobre os comuns seres "burgoenses" porque afinal de contas. se é para ser Xerife, há que transportar uma aura de superioridade e olhar, com ar de verdadeiro enfado, para os que por ele passam, pobres criaturas serventes da sua "autoridade" e sabedoria. Maneiras que constato que esta criatura não é mítica, existe verdadeiramente. Ah, gosto taaaaaaanto mas taaaaaaanto da vida no campo… NOT! Arre lá para a Terrinha e mais o camandro. Valei-me! 

26 novembro 2014

Para memória futura.

Francisca, 
Não tenho grandes ensinamentos para te deixar, passar, transmitir. Cada vez mais, estou em profundo crer que sou uma espécie de "brócullis" andante e que vais pelo mesmo caminho, com esta tua Mãe, que tem a mesma paciência para frosquices que tem para pantominas à coroa. No entanto, deixo-te este alerta para a tua vida futura: desconfia sempre de gente que nunca se passa da marmita e manda um merda, @uta que pariu ou f&da-se. Quando lhes estiverem a apertar os calos e tal não lhes sair da boca porque sentem as entranhas revolvidas, desconfia. Não que não possam ser boa gente mas diz-me a minha mísera experiência que são mais de confiar aqueles que de vez em quando põe o coração na boca. Não mastigam tanto a vida e a quem por ela lhes passa, percebes?
Não te atrevas, no entanto, a dizer estas belas palavras do vocabulário português tão cedo, terás a tua vida adulta toda para as destilares com quem te mói o juízo. Nunca te deixes pisar. Nunca te sintas inferior. E desconfia sempre dos nhónhós, dos que tanto se lhes dá como se lhes deu.  
A tua Mãe. 

Sometimes I get lost inside my mind...

Adorava ver Mentes Criminosas. Fascinava-me o quão retorcida, sombria e fria a mente consegue ser. O lado escuro de humanos desprovidos de humanidade. Esta semana apanhei, de raspão, um episódio. Quando terminou fiquei com a sensação de que, apesar de ser ficção, haverá no mundo real algo semelhante. Pela primeira vez em muito tempo, tive medo do Mundo. Não das pedras, das máquinas, dos desastres naturais, Tive sim, medo das pessoas. Do que a mente humana é capaz de fazer. Do que se fica quando a alma, a suposta alma, aquelas estimadas 21g, desaparecem de corpos vivos. Talvez não volte a ver a série. Talvez tenha sido um medo irracional e me passe. Talvez tenha medo de viver num Mundo assim. 

25 novembro 2014

Me, my make up & I ...

Este é "só" o melhor iluminador ever! Toda eu pareço menos morta viva! Hooray!  
(Se não tivesse mais que fazer ao dinheiro, era menina para me dedicar a coleccionar mais e muitos tarecos da Benefit! )

23 novembro 2014

[And we'll never be royals]

[geneticamente, eu e a minha Cria, estamos programadas erroneamente. temos o estranho hábito de usar roupa quente no Inverno. layered up winters, camadas de roupa, com a intenção de não entrar em hipotermia e arroxear para a vida. meias calças. botas. kispos. não padecemos de frio apenas na cabeça ou nas orelhas, as quais cobrimos com gorros ou chapéus. Francisca sempre viu  o uso de touca interdito sobre o pretexto de se assemelhar a uma criança von Trapp. Não há saia, vestido ou calções que não leve umas meias calças. Deveria ser meias até ao joelho, com berloques ao dependuro de preferência, mas veda-se o acesso a um mundo de elite-pópi porque as pernas são vestidas com meia calça. * Yes, we'll never be royals. But we will always be royalty] 
Porque raio é que as criancinhas über féshione andam sempre com a perna ali de fora da saia ou do calção?!?? Não sofrem de frio? Ou uma pessoa diz "óh Filha bota-te aí pá foto, não tremas, sorri criança, sorri muito que quando tiver frames do mais nice, logo te visto umas meias daquelas que os sem berço usam no Inverno, tá bénhe?". É assim que funciona a coisa?  
* as da Zippy são uma boa compra, caso vos interesse saber.