... and never let them go away!
Boa Noite G.
Porra, sou mesmo burra. Demorei 4 anos a fazer uma Licenciatura (pré-bolonha) e outros tantos um (Dou)tor(a)mento (tá quasi qasi qasi.... ou não, whatever). Sou burra como uma porta, asno no seu máximo expoente, indigna de saber ler e escrever. Nunca tive cabeça para fazer a Licenciatura num ano ou exames ao Domingo. Acho que vou deprimir um pouco...
Sintoma:
- Nariz da piquena aparece amarelado nas 599 765 308 fotos tiradas, diaramente, em sessões fotográficas intermináveis..
Diagnóstico:
- Obviamente que não será da resolução cromática da máquina nem tão pouco dos bocados de fruta que se agarram nas asitas do nariz (que minha rica filha é santa boca como seu Pai mas igualmente javardona a comer)... Obviamente que é crosta láctea! DUH!!!
Com a consultadoria do Dr. Google, a um enter de si...
Valei-me!!!
... após duas horas a olhar para o botão ok... submetido. Lacrado.
Começa a (des)espera, que será longa...
Fingers crossed!!!
A Pólo Norte pediu para que esta história, aqui escrita de uma maneira belíssima apesar de todo o drama envolvente, fosse partilhada:
" "Tens um mano na tua barriga?" - entrou de rompante pelo meu quarto. A mãe, internada no quarto ao lado, tentou demove-la. " Não incomodes a senhora! Anda cá!". Mas ela continuava a olhar para mim, de pé, à beira da minha cama de hospital. Olhos azuis, cabelo louro, 4 anos de gente.
"Também tens um mano na barriga?"- insistia. Pego-a ao colo para se sentar aos pés da cama, leve que nem uma pluma. "Cuidado com o meu cateter!". A mãe, pálida e com ar gasto, grávida do mesmo tempo gestacional que eu, a contar-me da leucemia da filha, dos tratamentos de quimioterapia, da gravidez que pode ser uma esperança de vida, de mais vida ainda, o verdadeiro milagre da vida, para a filha que já vive. Das possibilidades de compatibilidade do novo bebé, que entretanto ganha pouco peso no útero, fruto do sistema nervoso da mãe que, internada, não acompanha pela primeira vez, em dois anos e meio, o ciclo de químio da filha.
"Tens um Bobi?"- fita-me, a pequena, de olhos pregados no suporte com rodas que me eleva o soro. E a mãe sorri, gasta e cansada, velha no pico dos seus 26 anos, a aguardar um milagre que são dois, agora. O bebé só tem um rim mas não lhe importa. A doença da filha ensinou-a a racionalizar a realidade. "Vive-se só com um rim, eu quero é que ele nasça bem, mesmo que não seja compatível,. Quero- os aos dois, bem! Percebe-me, não é?" Percebo tão bem.
E a menina canta- me aos pés. Elevo-a no elevador da cama, fica alta no cimo do colchão elevado. "Vou tocar no sol!"- e não parece doente, enquanto escorrega pelas minhas pernas, se ri às gargalhadas e folheia um livro que me ofereceu uma leitora deste blog.
A mãe a insistir que me deixe sossegada, sorriso exausto. Está desempregada, " ninguém dá trabalho a uma mulher que tem que faltar uma semana por mês para acompanhar a filha na quimioterapia". E, agora, internada. O marido teve que meter baixa para a substituir- "o dinheiro da baixa não vem logo no mês em que gozamos a baixa, este mês nao sei como irá ser". A filha, tagarela, dá gargalhadas e, por um momento, o sorriso abre-se, alheio aos problemas. Acaricia a barriga, como que a regar o crescimento do bebé que aí vem.
Falamos dos bebés que esperamos. Chega mámen para a visita, senta a menina ao colo, faz-lhe desenhos a pedido. A mãe elogia o jeito dele para desenhar. Mostro- lhe a fotografia da parede do quarto da Ana, pintada por ele. A menina pergunta se ele lhe pode desenhar uma Kitty na parede. Sorrimos os dois, cúmplices. Hoje toleramos a Kitty. Sim, irá pintá-lá, logo que a mãe regresse a casa. A menina salta de alegria.
Chega o jantar, a mãe e a menina recolhem ao seu quarto, não sem antes a pequena insistir: "Tens um mano na barriga?".
Lembro- me das discussões que temos tido acerca da preservação de células estaminais. Banco Público ou empresa privada? Se colocarmos no Banco Publico e aparecer alguém que precise, a nossa filha fica sem as suas células disponíveis. No Privado as células serão sempre guardadas para ela.
E a menina ali ao lado, a precisar de um transplante de medula. Não pode haver egoísmo na humanidade. Nem umbiguismo. Se a nossa filha fosse compatível, não hesitaríamos um segundo, sabemo-lo com o olhar, as palavras não são precisas.
E, finalmente, respondo "Sim, tenho uma (m)Ana na barriga!". Porque todos os bebés deveriam ser irmãos da menina.
A minha sê-lo-á."
Para saber como ajudar é ir aqui!
" Há cada vez mais portugueses a furtar produtos alimentares nos supermercados. As autoridades dizem que já há clientes que roubam pão, carne e peixe para «matar a fome». Os truques multiplicam-se.Uma simples folha de alumínio bastava para ‘fintar’ os alarmes num supermercado. O truque já é clássico. Mas, como a necessidade sempre aguça o engenho, há quem invente outros esquemas para distrair os operadores.«Cada vez mais as pessoas arranjam pequenos truques para não pagar: por exemplo, pedem um saco de bifanas e outro de bifes da vazia (bem mais caros), depois juntam tudo no saco das bifanas» – contou ao SOL a subgerente de uma loja pertencente a uma das maiores cadeias de distribuição do país. Resultado: «Se a operadora de caixa não der conta que um saco foi estrategicamente colocado dentro do outro, acaba por passar só a etiqueta das bifanas e o cliente sai sem pagar o bife mais caro».Casos como este estão a tornar-se recorrentes. Se é verdade que os produtos de cosmética ainda são os mais apetecíveis para quem costuma roubar nos super e hipermercados, a tendência está a mudar por causa da crise. «Hoje em dia rouba-se mais bacalhau, carne e peixe, com mais frequência do que há dois anos. Outro artigo que também falta quase todos os dias é o queijo» – diz a mesma responsável, admitindo que todos os dias acontecem furtos, mas nem sempre é fácil detectar os suspeitos em flagrante delito: «Nem todos os bens alimentares têm alarme e nem sempre o alarme dispara, por causa do famoso alumínio».Dados oficiais adiantados ao SOL pela PSP confirmam isso mesmo: há cada vez mais portugueses a roubar bens de primeira necessidade nos supermercados.Entre Janeiro e Abril deste ano, logo a seguir aos artigos de higiene pessoal, os produtos alimentares foram a segunda categoria de bens mais desviados, à frente dos artigos de electrónica e das bebidas alcoólicas. No mesmo período do ano passado, os alimentos surgiam em quarto lugar neste ranking: os ladrões preferiam carteiras, produtos de beleza e peças de vestuário.Fontes policiais contactadas pelo SOL garantem que esta tendência tem-se agravado desde o Verão do ano passado. Quem está no terreno a fazer segurança nas lojas é disso testemunha. «Praticamente todos os dias interceptamos uma ou duas pessoas que tentam levar não só carne ou peixe, mas sobretudo pão, leite e até postas de bacalhau embaladas», conta um agente que faz serviço remunerado em várias lojas de diferentes cadeias de distribuição.Não por capricho, mas «para matar a fome», muitas vezes são apanhados pela Polícia, em flagrante, idosos com baixas reformas. Mas não só: «Neste momento, já não há clientes insuspeitos. Começámos a detectar pessoas bem vestidas, de classe média, que até trabalham mas que furtam porque o dinheiro não chega para alimentar a família. Nota-se que estas pessoas não estão habituadas a roubar. Quando são abordadas, a primeira coisa que nos dizem é ‘que vergonha’». E, por norma, não voltam àquela loja. (...)"
Se desviarem fundos de um banco, no qual depois o Estado injecta dinheiro, até que vai não vai... Revolta-me ver ao que chegamos...
... após 5 cafés e um Red Bull da parte matinal do dia acho que a bomba aqui do sangue não está a gostar da dieta a que a ando a sujeitar....
Óh coração, sossega que ainda és novo para te dar coisas estranhas...
Por vezes, desligo o intercomunicador-ressona-Francisca a pensar que (já) é o despertador e viro-me para o outro lado durante mais uns 10 minutos.. Ou até a piquena se transformar numa selvagenzinha capaz de deitar a casa abaixo com os seus protestos...
Shuuuu...
Sim, sim a Espanha é campeã da Europa.
Adiante... eu quero é ver (outro) beijo. Vai Casillas !!!
Melhor que ser domingo à noite só mesmo a Tribo lembrar-se que sim, que volta de fim de semana. Mas amanhã de manhã. "Às dez já cá estão!", diz ela como se até às dez eu não tivesse que me orientar e fazer à vida, implicando que alguém tem de ficar com a minha cria. Eu sempre achei que um infantário era a opção anti-stress mas adiante...
- Ah pois, tens que fazer é?
- Não ómessa!!! De vez em quando, dá-me umas ideias para lá de estúpidas e decido levantar o cú da cama de manhã bem cedo, sair de casa e passar horas em frente ao computador só porque não sei fazer mais nada na vida. É tipo uma doença sabes? Dá-me para andar sleep deprived e a torrar neurónios só porque sim!
Resumindo: é Domingo à noite e para além do que já é habitual, ainda tive de andar a falar com a Lalaland (Laland 1- Tribo 0) para me olharem por piquena criatura amanhã porque a Tribo não vê problema nenhum em só estar depois das dez. Eu é que sou complicada...
*Post escrito a trincar a língua para não usar o maravilhoso Português vernáculo...