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22 dezembro 2012

Princesa sem Reino, já comprasteis as prendas de Natales?

Ainda não (tirando a maravilhosa para a minha cria mai' linda, a mais importante ómessa, que já aqui contei!)!!! Estava a ver se o mundo acabava e levava os trocos para a tumba, mas a coisa não se deu, chatice, pá, cha-ti-ce pegada. 
Maneiras que a combinar com a época festiva na Tribo dos Meninos Perdidos, vou (vamos,  que Mêhóme não se escapa. Sofremos juntos que isto é uma bela democracia onde comem todos)  hoje enfiar-me num shopping. Em minha defesa posso alegar que também não havia dessas modernices no Burgo onde me desterrei, só loja chênes ou loja "isto não é para tesos menina". Meter-me num centro comercial a estes dias da Coisa N, é a minha fustigação pessoal. E claro, a desculpa perfeita para de seguida ir encher a barriga de Sushi com Mêhóme, ai que estou traumatizada, acorre-me à sanidade, salva-a com sushi e sangria, afastem-me da luz. Pronto é isto. Episódios do meu Natal rocambolesco. A tradição é para se respeitar, certo?

29 novembro 2012

E eu, cheia de boas intenções...

 
Comprei um biberão (ou biberon, ou biberone ou _fill the gap_. Whatever...) novo. Todo giro, todo colorido, todo com animaizinhos. Que são nossos amigos e aprende a respeitá-los Piquena. Aprende de piquena que, quem não é bom para os animais. também não o é para as pessoas. Todo fofo, todo grande, enche o bandulho criatura que o teu Avô diz que estás mui enfezadinha. Logo ele, o homem da Extrema Unção aos 3 dias de vida. 
A intenção até que era boa. O problema? Francisca, pastelona já de si que a genética matinal corre-lhe no sangue, demora agora o quádruplo do tempo a beber o leite de manhã. Porquê? Porque Francisca agora aponta para os animaizinhos (que são nossos amigos Piquena, respeita-os) e repete o som de cada um. Ou aponta e espera que a Mãe muja. Ou que a Mãe solte um balido. 
Coisa séria estas minhas manhãs em que gano de atrasada e mujo para a convencer que a vaquinha faz Múuuu. Mas bebe o leite Piquena, bebe o leite... 

21 novembro 2012

Quem te avisa...

... rim direito fofinho... Inútil...

Perguntai: Princesa sem Reino, curtiu a night?

Então não? Foi sempre a bombar. Acho que sempre tive o sonho de sair de casa à uma da manhã, ceguinha da vida e cerrar as mandíbulas, para me enfiar no hospital do Burgo. E olha, foi tudo com que sempre sonhei. Vá, fui muito bem tratadinha sim senhor, como uma verdadeira Princesa, não esta dada ao proletariado. Maneiras que após pica no rabo, pica na mão (olhe que coisa gira, veja aqui, está a ver? Não santa, não vejo nada. Nem a porta vejo de dores quanto mais o pichebeque de pedra que produzo com certificado de qualidade), soro de medicação get high, get well e o mundo voltou a estar no seu devido lugar, enquanto fazia campeonato de boca-aberta-baba-estou-toda-comida com o velhinho que tombava do cadeirão ao lado. Ainda tive tempo e capacidade para explicar ao Sôr Enfermeiro que sendo ele daqui, desta terra do inferno, e eu nascida e criada em terras D'ouro, era impossível ele conhecer-me, que nem da escola nem da faculdade. Fui ainda  evangelizada por um outro hóme, de meia idade diria, que me falou sobre deus e jesus e djasus e as invejas do belzebu que sobre mim caíam e que ai pobrezinha não te esmoreças (oh amigo eu não tive dores de parto não sei se esta merda dói mais ou menos, mas segundo o que dizem é muito semelhante... Dói para baralho, 'tá?) e que hoje iria estar fina. 
Pois que não estou, estou mas é bem deitadinha, com uma botijinha feshione de água nas costas e bem quietinha. Se estiver quietinha, não dói tanto. Ou pelo menos, desde pequena que me convenço disso. Tenho a corte da animália a meus pés, os drunfes na mesa de cabeceira e muito disparate non-sense na cabeça, ajudado pelas maravilhas farmacêuticas. Quase um dia normal... 

17 novembro 2012

Blá, blá, blá, whiskas saquetas...

Toque de alvorada quando estava no primeiro sono, mania parva de me deitar a horas de canalha adolescente. Maaaaaamãaaa, Maaaaamãaaa!!! Heil, Francisca. Arrasta da cama, bate na ombreira da porta, aquece leite, dá leite, muda fralda, lava os dentes, calça sapatilhas. Francisca, não comas a sapatilha, isso é de estar na chuleca, não na boca. Café, pelo amor de Deus, café as in para ontem. Francisca, deixa a Chica em paz. Mete a máquina da roupa a lavar. Clara, escura, de cor, malhas, brancos, separa, baralha e volta a dar. Blá, blá, blá, whiskas saquetas. Francisca, não mordas o rabo ao Chico. Está um tempo miserável. Está bom para dormir. Francisca, não atires o osso à Mofli que lhe rachas a cabeça. Blá, blá, blá, whiskas saquetas. Córrore, que a máquina de lavar louça está possuída da vida, que isto é espuma em todo o lado, o Titanic na minha casa, calem-me a Céline que eu pego na faca da manteiga. Desliga máquina, procura toalha, procura esfregona, seca o chão. Francisca, não comas os secos da Mofli. A pastilha da máquina da roupa não serve para a máquina da louça. Testado e Aprovado. Blá, blá, blá, whiskas saquetas. Por minha conta e risco o dia inteiro, até às manhãs preguiçosas de Domingo. Apetecia-me ir à rua, na loucura da alma vagabunda que sempre tive, mas depois a logística da coisa e onde vou e Francisca, olha os Hoobs. Blá, blá, blá...whiskas saquetas. Podíamos ir a Évora as duas. Ou dormir. E o trocar a cadeirinha de carro, carrega para o outro, bate com a mona na porta pela enésima vez, lê instruções para passar os cintos e dar nós marinheiros, que carro a gasolina é luxo, teria de ser o de gasoil, mas olhe, não me parece. Blá, blá, blá, whiskas saquetas. Francisca sai da lareira, pareces o limpa chaminés. Não, no sofá não, com as mãos cheias de fuligem. Rico sofá creme, que ideia de merda. Ideia de gaja imaculada de parideira, está bom de se ver. E as nódoas do aero-om, que nunca saíram, dão todo o ar pop com que sempre sonhei. Dava-me jeito trabalhar mas parece que não. Também tenho a cabeça desligada, diz que foi à revisão dos 100000. Francisca: não; Francisca: não; Francisca não. Miminho para a Mãe, bom de se comer. Mais um sorriso, mais uma gargalhada, mais a vaquinha faz múuuuuuuuu e o patinho quá-quá e a história da Teté na Quinta da Tia Luísa e era tudo muito bom e sim, a Mãe embala a Fanny, agora a Francisca. Mete roupa na máquina de secar, certifica que desta vez não tem E.T lá dentro, não queremos gatos quentes. A malta é mais hot dogs... 
Blá, blá, blá, whiskas saquetas... E, ainda nem meio dia é... 

11 novembro 2012

Ai, que comi qualquer coisa que me fez mal!

Então não é que agora me deu para andar nos baús da memória, a encontrar músicas póneis-eu-jamé-botar-isso-para ouvir? Devo ter batido com a cabeça numa esquina... (e não, não virei lamechas, nem fófinha, nem coisinhas, nem sentimentalóide. Foi qualquer coisa que me caiu mal, está bom de ver!) 
Isqueiro/telemóvel aceso?
They say it fades if you let it, 
Love was made to forget it. 
I carved your name across my eyelids, 
You pray for rain I pray for blindness. 
If you still want me, please forgive me, 
The crown of love has fallen from me. 
If you still want me, please forgive me, 
Because the spark is not within me.

10 novembro 2012

Engonianços...

Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada. Não volto a comer gomas como uma agarrada sob pena de passar a noite engoniada.  
Até amanhã, quando for comprar mais.  

05 novembro 2012

Como não ser levada a sério em 4 piquenos steps...

 
- Deixe sêhóme mexer no seu 'tafone sem fazer caso disso; 
- Num dia aleatório, decida que vai ser rebelde e ponha o 'tafone com som (anda sempre a piar mudo, que me irritam telefones a tocar); 
- Agora comece uma conversa digna de gente séria com a sua nova chefe; 
- Entretanto, receba um telefonema de sêhóme, anunciado por esta maravilha. 
Agora, procure um buraco onde se enfiar. 

26 outubro 2012

Ah, sexta-feira...

Tirem-me de casa. Pelo amor da Santa... tirem-me de casa! Mães a tempo inteiro: têm todo o meu respeito. Eu cá não dou para isto, estou estafada da cabeça. E estouradinha das costas. E o meu cabelo está peganhoso. Quero sair de casa. Nem que seja para ir comprar alfaces. E vestir qualquer coisa sem ranho em cima, nem que seja por meia hora e para ir comprar alfaces. Ou meias. Bom, bom, era sapatos. A não esquecer: presentear educador e auxiliar da cria de sua Mãe no Natal (para efeitos de disclosure, continuo a odiar o Natal). Tenho de sair de casa. Não estou a fazer sentido nenhum. Por acaso, não tenho alface cá em casa... 
Bom fim-de-semana!

23 outubro 2012

Cenas da vida ranhosa...

Não fosse a quantidade absolutamente absurda de ranho verde que a cria destila a cada 5 minutos, intervalados com surtos de tosse na minha direcção (para onde mais haveria ela de tossir (?) ) e o a minha camisola ser de momento um klenex tamanho M, diria que hoje é um dia bom. Cenas da vida no maravilhoso mundo do ranho infantil ... 

19 outubro 2012

Oreo, a expandir ancas desde a era do tacho pónei...

Eu nem ligo muito a Oreos, sou mais gomas. Ele baba com o raio da bolacha. Ele ouviu falar de Mousse de Oreo receita para a sua (minha prenda de aniversário) panela carérrima. Ele não se cala com a porra da Mousse de Oreo. Logo vou continuar a fazer de conta que não sei trabalhar com o tacho pipi enquanto ele prepara a coisa, não quero cá confusões de um destes dias lhe dar para me pedir um prato pipi e "ai e tal até fazes ali na caçoila". Para todos os efeitos, nem sei onde se carrega para ligar, faço-lhe reacção anafilática, xõ para longe do meu alcance.
Não fosse a panela do demo, não havia cá coisas dessas, mousses e sugar bombs que tais que me almofadam as ancas. A culpa é do tacho. De mais ninguém, está bom de ver!
'Simbora lontra, que agora até Mousse de Oreo te faz salivar... 

16 outubro 2012

Coisas de infectário...

Francisca em alta rotação nas "24 horas de le febre alta, vómitos em jacto com pontaria certeira à Mãe e muito choro à mistura". 24 horas depois, nada. Zero. Biste-las! Tudo tranquilo, na paz, boa disposição, apetite à farta. A minha bebé Tés de volta
Maravilhas de coisas que só se aprendem e ganham no infectário. Está certo...

14 outubro 2012

A glorificação enquanto Mãe...

Vomitado de cria até nas cuecas. Pedaços de massa do almoço servidas a sua Alteza  Texugueza, agora esverdeados, no bico do decote. NO-JO!
Ah, como é bom ser mamífera! 

08 agosto 2012

Pára tudo...

Devo estar doente. Assim já meia moribunda e c'os pés pó buraco e ninguém teve a gentileza de me avisar. 
Passo a expor a situação:
Hoje tive a oportunidade de ir às compras. Livre como um passarinho, de cartão no bolso. Só eu, ele e as coisas que poderiam habitar o meu mui despido armário. Mas não fui. Preferi vir para casa e dormir qual velha de 80 anos com rios de baba a escorrerem-me pelos cantos da boca (que imagem bonita, não é?).
Mas apraz-me dizer que o único motivo porque sei que não estou prestes a ver o mundo seis palmos abaixo do chão apesar das minhas escolhas estapafúrdias é o facto de (ainda... com opção de nunca) não ser a feliz proprietária de uns Louboutin. Faço ideias de ir bem calçada pregar para outros freguesias, que nunca se sabe com quem nos vamos cruzar, não é?
E se o Diabo usa Prada, eu cá não tenciono ficar-lhe atrás ... 

Facebook, o mais recente stalker...

Eu já andava de amuos e olhares enviesados de azia com o facefronhas, a nossa relação esmoreceu, perdeu a chama. (drama) 
Mas desde que descobri que agora a coisa diz a que horas se viu determinada mensagem ou post ou o raio que o parta... partiu a loiça toda. Mas que é esta porcaria, hein??? A adaptação do 1984 versão foto-de-triquini-da-moda-ólha-a-pele-lambuzada-có-óleo-johnson??? 
Se os posts do rebimbómalho, as fotos que não lembra ao menino djasus, as declarações de amor e ódio para quem quiser ler eram más, isto é todo um novo nível. Cronometrar a minha actividade diária de cultura da vida alheia é um ultraje!!! 
 Facefronhas, ou atinas tu, ou atino eu. Cheira-me que isto vai dar divórcio. 

01 agosto 2012

Sim, é terrível...

... mas não resisti a botar aqui a música mai' in do momento. Prá' pessoa brega que habita nas traseiras do meu ser Principesco, pois claro ( a genética materna afinal também habita na minha piquena taberneirazinha)
Quase me vêm aos lágrimas "aoszolhos" (tal é o mico)
Meu querido mês de Agosto... lai lai lai... 

15 julho 2012

Zara, o paraíso da silly season (versão midlife crisis...)

Louvemos o grupo Inditex que a Zara entrou em saldos.   
Louvemos o povo que acorre a este messias, remexendo nos cabides fervorosamente, atacando os sapatos como a luz salvadora para fora da crise e se ficar grande não faz mal, bota-se uma meia e algodão na frente (?wtf?) ...  
Entoem cânticos de alegria pois os espécimes das crises da meia idade saíram à rua nos seus melhores "outefites". A saber ( muitos mais desfilaram perante estas vistinhas mas e prol de níveis mínimos de sanidade mental (ahahahah) foram deleted) : a senhora de dois metros tigresa-rau all over; o senhor de casaco rosa-bubble-gum-faço-biscates-como-chulo; a senhora que saiu em soutien-olhem-para-mim-levem-me-a-ver-os-aviões; o homem do palito no canto da boca e calças tão justas, tão justas, tããããão justas (medo que se vê que usa cueca e não boxer). Todos com idade para serem meus pais e maneiras que eu já não caminho para nova!
Castigai pois então a pecadora que foi a um centro comercial a um Domingo à tarde e entrou na Zara. Acalmai vossos ânimos, que a intenção era boa, comprar jeans para a piquena. Mas não desculpa, de maneira nenhum. Caí em tentação. Não há perdão, mereço uns açoites bem dados...  

27 junho 2012

Dormindo com o inimigo e o jogo da Selecção...

 
Todas nós temos um merdas no nosso passado. Um merdas é aquele ex-namorado que nenhuma de nós percebe onde estava com a cabeça quando decidiu enrolar-se com ele. Não é giro, não é esperto, não é inteligente, não sabe beijar bem, não sabe fazer outros que mais bem e nem tão pouco tem uma pipa de massa para vos sustentar o resto da vida à la dondoca. Portanto, é um merdas sem ponta por onde se lhe pegue mas que a dada altura da vossa acharam por bem que experimentar uma relação com um espécime desses. 
Eu também tive o meu merdas. Para além destas coisas todas, o bicho tinha dupla nacionalidade. Era meio espanhol o que lhe dava imenso jeito na hora de comprar carros (e caramelos em Badajoz). Quanto a isso coitado, não tinha culpa de a Madre se ter encantado por um Lusitano. Mas tinha de culpa de ele e su madre tanto criticarem e cuspirem no País que os acolheu (e acho que ainda acolhe mas adiante). A porta da rua sempre foi serventia da casa. O mesmo se aplicou a mim que ganhei (finalmente) juízo e deixei o meu merdas na merda acabando a relação mais estranha e inexplicável da minha vida.  
Maneiras que este jogo me deu uns nervos e calafrios desgraçados. Por todas as razões e mais algumas. E que jogo, óh que jogo! Que garra, motivação, união. Gostei!!! Foi sofrer até ao fim (mais uma vez) e com direito a prolongamento (Éh pá, já disse que este jogo me deu mini ataques de coração e de histeria??? Coentrãooooooo estás no meu coraçãaaaaaaao, seu homem do Norte carago! Beijinho repenicado) e penalties. Penalties gente!!  
Gostava que tivéssemos ganho, fosse qual fosse a equipa. Mas a estes vizinhos, ainda mais. Mas não deu. Paciência. Nem sempre corre como se quer mas amiguinhos da selecção: podeis dormir (que eu deixo) de consciência tranquila que fizestes um belo de um jogo. A sair que seja assim, de cabeça erguida! Ala Selecção!!! 
Mas mesmo não sendo este meu adorado (e falido) País campeão europeu de futebol, continua tudo bem! É que eu até gosto de Espanha e dos Espanhóis e das cidades espanholas e da comida espanhola e da Leti e do Rei-que-come-fora-do-prato e do Casillas e do Piquet e tudo e tudo... Mas gosto ainda mais do meu Portugal, mesmo que não seja campeão da bola, mesmo o da era amarga. Muito mais! 
Puto da Galp (ou lá o que é que e eu não sei o teu nome, temos pena): e agora, que vais fazer com a tua vida? Arruma lá os tarecos...
P.S- E como é óbvio, também existe a versão merdas no feminino. Não são só as XX que têm ideias absolutamente deploráveis. SuperMaridão é um caso de estudo no que a isso toca, sendo eu a salvação da coroa (que é como quem diz da sua vida amorosa...) 

22 junho 2012

Pára tudo!!! TU-DO!


 
" (...) A ideia vem do Brasil e consiste na realização de festas onde se dança, se bebe bebidas sem álcool e não se esquece a oração.Cortar com a visão "muito quadrada" que os jovens têm da igreja, proporcionando-lhes um convívio cristão, sem bebidas alcoólicas, é um dos objectivos de uma iniciativa que irá decorrer no dia 17 de Julho, em Fátima.
A promoção de festas designadas "cristotecas" está a dar os primeiros passos em Portugal e surge pelas mãos da Aliança de Misericórdia, uma comunidade católica originária do Brasil. 
A "cristoteca" desenrola-se num espaço que inclui uma pista de dança, mas não esquece a oração e a evangelização e tem entrada gratuita. A "cristoteca" do dia 17 decorrerá no Centro Pastoral Paulo VI, que abrirá as portas as 20h com uma missa, seguindo-se a abertura da pista de dança, e da área Cristodrinks, onde serão servidas bebidas sem álcool.
Vanessa Bueri, missionária brasileira da Aliança de Misericórdia, disse à agência de notícias Ecclesiaque durante a noite será feita a "evangelização corpo a corpo". "Abordamos os jovens enquanto eles dançam e se divertem, para poder falar um pouco de Deus com eles", referiu a missionária, acrescentando que "quem o desejar, poderá participar no dia seguinte num encontro espiritual e formativo promovido pela Comunidade Canção Nova". 
O único senão, referiu Vanessa Bueri, é o facto de o local ter de encerrar à meia-noite e meia, correndo-se o risco de os jovens irem divertir-se o resto da noite para as discotecas convencionais. "Ficamos tristes por terminar nesse horário e por não termos condições para continuar pela madrugada", acrescentou, notando que no Brasil as "cristotecas" não fecham antes das cinco horas da madrugada. 
Vanessa Bueri disse também à Ecclesia que "é preciso proporcionar uma experiência de tal maneira intensa que os jovens não tenham vontade de ir para outros espaços de diversão". "Para que este trabalho de formiguinha crie raízes é preciso encontrar um local fixo, onde os jovens se possam dirigir todos os fins-de-semana à semelhança do que acontece em São Paulo", frisou. 
No seu sítio na internet, a Aliança de Misericórdia diz que ao criar o conceito de "cristoteca", a ideia é "sermos mais espertos que o mal". Ou seja, "oferecer um ambiente que é uma verdadeira sala de dança, mas ali quem reina é Jesus". A organização refere que a ideia foi desenvolvida pelo padre João Henrique, que pela sua experiência de mais de 20 anos a acompanhar jovens percebeu que os "primeiros contactos com drogas, álcool e prostituição acontecem em discotecas". O padre, diz a Aliança de Misericórdia, sentiu que "é por falta de uma opção melhor que muitos jovens frequentam esses lugares e trilham caminhos que os levam à morte". (...)"
in P3
Minha gente boa... o que é isto, hein??? 
Eu cá acho que há coisas que não combinam, desculpem lá a minha inaptidão mental. 
Discoteca, dançar e o coiso e tal, não liga com ser evangelizada. É como usar bolas e xadrez de uma vez na roupa, apoquenta-me! Vos garanto que nos tempos idos em que saía para abanar o capacete como se o mundo fosse acabar ontem, a última coisinha que queria era ser evangelizada, ou confessada ou coisas afins. Também não morri por ter frequentado (já não frequento porque me falta tempo e energia para me coçar quanto mais para ir dançar) esses sítios rotulados como o demo. Chama-se ter cabeça. Todos temos uma. Se a usamos ou não, já é com cada qual. 
Mas voltando à questão inicial...  o que é isto, hein???

12 junho 2012

O Canal Parlamento e eu: as crónicas da tosse...

Tenho um artigo com as correcções (dois meses depois, não se apresse que a gente o que tem mais é tempo) para ver. E rever. E ler até ao vómito
Mas quis o destino (que piroseira) que ficasse doente. Parece que ainda continuo apetecível para as bichezas, eu que sempre fui dada a essas coisas até que já andava a estranhar tanto mês com saúdinha. Fiquei o dia em casa e Sô Dona Maria Francisca Texuguinha rumou com a Avó para outras paragens que já não aguentava estar sempre a levar com o elástico da máscara que a miúda se entretinha a puxar. 
O computador está ligado e eu investigo coisas net fora que não interessam nem ao menino Jesus. Tudo ao som do canal parlamento que botei na TV em jeito de tortura. 
Tenho sono e podia ir dormir. Dói-me a cabeça e podia ir dormir. Tenho febre e podia ir dormir. 
Mas acabo sentada em frente ao computador, a ouvir o canal Parlamento e o Ministro das Finanças que envelheceu uns 20 anos em cada perna desde que se meteu nesta coisa que é o Governo. Podia ir dormir. Devia ir dormir que amanhã também é dia e tudo correria bem melhor dentro da desgraça antecipada. Mas se for dormir fico com sentimentos de culpa e apetece-me chicotear-me a mim própria enquanto digo algo como: "Sua preguiçosa, a dormir! Tenha vergonha masé!" em jeito de ladainha. 
Assim, continuo de pedra e cal e tosse sentada em frente ao computador com a bela sonoridade do canal parlamento. Não faço nada na mesma, mas estou aqui. 
Percebem a lógica? Eu também não. 
Adoro a minha cabeça!